O Corona Vírus foi um problema que afetou-nos a todos, a nível global. O ano da máscara e do uso exagerado do desinfetante, grande coisa. Aproxima-se o Natal, a época dos abraços do calor humano, dos sorrisos e da partilha. Distância de dois metros entre as outras pessoas, com uma máscara que te esconde o sorriso, evita sair de casa, evita o contato. Que filme! Daqui a dias erguem novamente as barreiras para nos separarem entre concelhos. Ai o drama... O Corona Vírus, mais do que um perigo para a saúde publica, é o responsável pela destruição da economia. "Vai ficar tudo bem" acreditas mesmo nisso? Tento não pensar muito nisto. A verdade é que não me preocupo muito, preocupar não resolve o que não tenho poder de mudar. Seguir as regras, estar com a minha família, viver num concelho que oferece tudo o que eu preciso para consumir, eu estou bem, mas há quem não esteja. Viver com medo não ajuda em nada nem a ninguém. Muito antes deste vírus, as pessoas já viravam as costas umas às outras, numa corrida competitiva pelo sucesso, pelo poder, pelo consumismo. A corrida continua, mas muitos caíram pelo meio.
Acredito que enquanto respirarmos há sempre solução, há sempre uma maneira, nem que esta seja aprender a viver, mudar de hábitos, limitar desejos, ter prioridades e por uns tempos sobreviver para depois viver.
Eu não ia escrever sobre este vírus, ia escrever sobre o Natal de 2020 e confesso que estava tentada a culpar este vírus pela minha falta de espírito natalício, mas a verdade é que não. A culpa não é deste vírus. A culpa é inteiramente minha. Sempre à espera que a magia aconteça. Este Natal não me sabe a Natal se eu não ajudar alguém. A árvore de Natal, apesar das luzes, não vai brilhar se algo em mim estiver apagado. As prendas? nem estava a falar de prendas, estas são meramente decorativas e não me suscitam qualquer luz. Parece cliché, mas quero fazer algo que faça a diferença na vida de alguém, doar uma parte de mim. Só este tipo de partilha vai fazer-me cintilar e criar um sorriso que nenhuma máscara será capaz de esconder. É este o espírito de Natal?
Eu não ia escrever sobre este vírus, ia escrever sobre o Natal de 2020 e confesso que estava tentada a culpar este vírus pela minha falta de espírito natalício, mas a verdade é que não. A culpa não é deste vírus. A culpa é inteiramente minha. Sempre à espera que a magia aconteça. Este Natal não me sabe a Natal se eu não ajudar alguém. A árvore de Natal, apesar das luzes, não vai brilhar se algo em mim estiver apagado. As prendas? nem estava a falar de prendas, estas são meramente decorativas e não me suscitam qualquer luz. Parece cliché, mas quero fazer algo que faça a diferença na vida de alguém, doar uma parte de mim. Só este tipo de partilha vai fazer-me cintilar e criar um sorriso que nenhuma máscara será capaz de esconder. É este o espírito de Natal?
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