Gosto de tanta coisa, mas que venham os doces!
Proporcionam-me fragmentos de alegria genuína. Na alegria ou na tristeza eles estão sempre lá para me mimar o paladar. São sabores intensos que não devem passar de simples provas. Pequenas porções que satisfazem a cada pedaço que trincas.
São pequenos pedaços sem relevância aos que estão habituados a comer. Mas para aqueles como eu, que não exageram no prato para se deliciarem com a sobremesa, o doce é o prato esperado. Da mesma forma como um cavalheiro se despede do outro cavalheiro e só por último da "madame" para lhe poder reter mais atenção, não de forma extrema, mas subtil. O mesmo se aplica ao sabor mágico em pequenas doses que tempos a tempos me mima. Quem nunca matou o seu desconsolo num chocolate? Quem nunca comeu um gelado para se refrescar do calor? Alguém procura o açúcar para temperar o seu café? Eu sim, culpada de todas e de muitas mais. Não sou gulosa e ainda não me chegaram os diabetes, sou qb (quanto basta) a não ser que goste muito, mas com tanto vício delicioso em algum a gente há de pecar. Há quem prefira os salgados, outros se rendem à rapidinha do picante, que nunca aguenta ninguém por muito tempo, mas todos são válidos e saborosos. Sabores, provas, misturas em pequenas doses, sabores que nos acompanham e satisfazem. E aqui está o pedido: vai ser um prato de massa com queijo, uma dose de doce, meia dose de salgado e uma pitada de picante. Bom apetite!
terça-feira, 22 de setembro de 2015
"Coisas doces"
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